Esta Música dava uma História #7 – Heavy, por Sofia Costa Lima

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Esta Música dava uma História é uma rubrica mensal dedicada à música e à capacidade que ela tem de nos fazer criar e reviver histórias. Por aqui vão passar histórias inspiradas em músicas, músicas que tanto têm para contar, vidas vividas ao som de uma banda sonora que nunca se esquece. A melhor parte desta rubrica é que vai ser partilhada com quem gosto. As músicas da minha vida e da vida deles, as que nos marcaram, fizeram sorrir e chorar, vão passar aqui pelo blog. Já têm o som no máximo?

Podem encontrar esta rubrica na primeira quinta-feira de cada mês.

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Já tinha saudades disto!
Depois de um mês parada, não só para me dedicar ao trabalho que tinha entre mãos mas também para renovar esta nova casa, volto no início do ano com esta rubrica tão especial. Quem vos escreve hoje é a Sofia Costa Lima, do blog ASofiaWorld. A Sofia é uma mega referência, não só já serviu de inspiração a alguns posts por aqui, como também é daquelas pessoas que admiro imenso, por ser tão dedicada à escrita e ao seu blog. Para quem ainda não conhece, já vai sendo tempo, façam favor de a seguir.

Ver também | Outros faixas de Esta Música dava uma História

Heavy – Linkin Park (feat. Kiara)

Estou desde Fevereiro de 2017 a tentar compreender como é que é possível uma música conseguir dizer-me tanto. Há muitas que têm significados especiais para mim, mas não deixo de me maravilhar com esta característica da música: a de ligar pessoas, de nos fazer sentir compreendidos, de nos dar força. No dia em que foi apresentada, ouvi a Heavy durante o dia todo, em repeat. Acho que em parte estava chocada com o quanto me identificava. Embora tenha adquirido alguns significados diferentes no Verão de 2017, a primeira coisa que pensei ao ouvi-la foi: “como é que é possível escreverem sobre mim sem me conhecerem?”. Quantas vezes não pensámos já o mesmo?

A Heavy diz-me muito porque é a música que melhor descreve a minha mente e minha relação com a mesma. Provavelmente descreve a mente de muita gente. Às vezes é tanta coisa junta, um fardo tão grande, que não consigo perceber como é que é possível aguentar algo tão pesado. Mas, além de tudo o que a letra me diz, há algo único que acontece sempre que ouço esta música: sinto-me compreendida e, curiosamente, sinto-me mais leve. Mais leve porque é como se a música ajudasse a pegar na bagagem e a tornasse mais suportável.

No fundo, aquilo que me apaixona na música (nesta e noutras) é saber que não estou sozinha, que há alguém no mundo que já sentiu o mesmo que eu, que me compreende. Talvez esteja na altura de agradecer a todas as pessoas que já fizeram músicas sobre mim, sobre ti, sobre tanta gente. Sem música tudo seria mais insuportável.

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sofia costa lima

| Sobre a Sofia Costa Lima:

“A pior coisa que me podiam fazer enquanto estudante era pedir para nos apresentarmos. Achava extremamente aborrecido passar cada início de ano: olá, eu sou a Sofia, tenho 22 anos, sou de Fiães e blá, blá, blá. Claro que, na universidade, o discurso passava a incluir a resposta a perguntas como porquê esta faculdade?, onde te vês daqui a 5 anos?, porquê jornalista?. Adoro responder a perguntas e, no entanto, nunca gostei de falar de mim, de fazer pitches sobre mim. Nunca sabia o que dizer. Há uns tempos tive, novamente, de me apresentar para algo e eis que fiz o pitch mais rápido e menos pensado de toda a minha vida:

Sofia Costa Lima. 22 anos. Licenciada em Jornalismo. Blogger. Portista. Viciada em ténis e em livros.

E pronto. Agora já todos sabem o quanto sou péssima a falar sobre mim. Bem, na verdade, é para isso que este blog serve: para falar sobre mim e sobre aquilo que me apaixona. Por isso, deixem-me contar-vos um bocadinho da minha história.”
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| Se quiseres participar nesta rubrica, envia-me um e-mail para hello@margaridapestana.pt |

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Segue-me

  • Dei-me conta que não existem muitas pessoas, que falem abertamente do lado mais cru e menos mágico de se ter um negócio por conta própria.

Não sei se conhecem o podcast Officina, mas um dos últimos episódios fala exatamente disso Também na semana passada, estive no terceiro encontro do She Works, onde se falou sobre as mudanças radicais de carreira e me identifiquei com algumas das questões levantadas. Foram estes dois momentos que me inspiraram a escrever sobre isto: o lado cinzento do meu trabalho, que muitas vezes não mostro e que nem sempre é um conto de fadas.

Para ler, no blog.

Um obrigada especial à @officinalis.pt, à @madebychoices, ao @nomadismodigitalpt, à @catalvesdesousa, à @filipammaia e à @cat_daydreams por falarem abertamente sobre a sua experiência! 💞 📸 Na foto estou eu e a querida @brunareisb, captadas por um transeunte, quando fotografavamos para o próximo Retratografia.
  • Um beijinho especial ao meu pai e a todos os pais que nascem quando o maior amor das suas vidas nasce também.
E que eu e a minha lente possamos sempre testemunhar esse amor. 💖
  • Já vamos a meio de Março e tem sido um levantar vôo a alta velocidade.

Peguei nas asas e dei por mim a estabelecer novas rotinas, a organizar a agenda e a fazer acontecer até quando as insónias me fazem uma visita.
Não há tempo para ficar a planar no ar, isso já foi lá atrás.

Há objectivos novos por cumprir e projetos novos para lançar. Ontem foi mais um dia de avanço, de sair do ninho e despir a carapaça - literalmente.

Em breve, vamos contar-vos tudo do @womanlinesphotography
esse projeto bonito que andamos a chocar. Cada coisa tem o seu tempo, e ao que parece o seu tempo está a chegar. 🌺
  • Hoje volto a este lugar bonito que já me viu em várias versões.

Volto à Academia @asnove, onde registei este abraço sentido e tantos outros momentos do Bloggers Camp 2018.

Desta vez é pelo @sheworks.pt que vou e para ouvir ao pormenor as histórias da @filipammaia e da @cat_daydreams, sobre isto de se mudar radicalmente de carreira.

Vejo-vos por lá? 😘
  • Quem é blogger ou empreendor digital e precisa frequentemente de fotografias para o seu projeto, sabe que fotografar dentro de casa pode ser um desafio.
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Porque a luz varia muito, as sombras são em maior quantidade e a luminosidade é sempre mais precária do que no exterior.
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Cá por casa é mesmo assim, a luz é pouca e varia bastante em curtos períodos de tempo. É preciso ter algum jogo de cintura para contrariar isso e produzir uma imagem de boa qualidade.
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Hoje trago-vos um dos meus "must-have" que é nada mais nada menos, do que um refletor feito de cartão branco ou de esferovite. É óptimo para diminuir o impacto e a profundidade das sombras, ter uma fotografia mais homogénea e clara e, não menos importante, super económico.
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Que acharam desta dica? 👌🏻
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#dicasdapestana #mpestanaphoto
#photographytips #interiorsphotography
  • Quantas vezes celebram as vossas vitórias?
- Começo eu: raramente.

E por isso, é meio caminho andado para desvalorizar as minhas conquistas, para senti-las como obrigação ou dever.
Estou sempre a esquecer-me disso e a menosprezar o caminho que faço.
Se és como eu, hoje fica aqui escrito: parabéns a mim e parabéns a ti, por tudo o que tens conquistado, por todo o teu trabalho, dedicação e perseverança.

YOU ROCK! 🤘🏼💖
PS: E para comemorar, sexta-feira vou estar no @sheworks.pt para ouvir duas mulheres incríveis falar das suas mudanças de carreira. Vai ser do caraças!