O que aprendi como Freelancer durante o primeiro ano

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Fez na passada terça-feira, um ano que troquei o meu emprego na função pública por uma carreira como FREELANCER e hoje, partilho convosco o que aprendi durante os últimos 365 dias.

Foi no dia 31 de Julho de 2017 que, tal e qual como nos filmes, abracei-me a uma caixa de cartão, que continha o que restava dos meus pertences e desci as escadas do edifício para, dar por terminado o meu vínculo laboral naquela instituição. Saí à pressa, evitando despedir-me com grande intensidade das pessoas com quem, convivi durante dois anos. Era uma altura muito sensível para mim, andava com o coração às avessas, ia deixar de estar diariamente com pessoas que me diziam muito e às quais me apeguei muito. Estava extremamente cansada, porque tinham passado dois meses desde que comunicara o meu despedimento, meses esses que pareciam que nunca mais chegavam.

Embarquei desde então, numa aventura enquanto freelancer, que estava longe de ser o que eu esperava. Não digo isto de forma negativa, nem positiva para dizer a verdade. É simplesmente diferente do que imaginava. E por isso, chega a hora de partilhar algumas das aprendizagens:

É importante teres rotinas e definires bem os teus horários

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by Joana Clara

Eu sou a pior pessoa do mundo em rotinas: Detesto! Sou aquela que, se no ginásio fizer uma semana o mesmo plano de treino, na segunda semana já estou a inventar outras coisas. É essencial definires horários de trabalho e horários de pausa, porque podes cair na tendência de ficar a trabalhar constantemente, sem dares a devida atenção ao tempo de descanso. Se trabalhares no teu quarto, como eu, isso é ainda mais importante. Nos primeiros meses, foi bastante difícil para mim, porque o meu corpo tinha o mindset “quarto-descanso” ligado e tive muitas dificuldades em sentar-me ao computador, sem sentir aquela quebra de sono ou do cansaço. Depois, escolhia muitas vezes descansar à tarde e trabalhar à noite, o que era um suplício para adormecer. A liberdade de horários é o néctar da vida atual. Poderes gerir o teu tempo e os teus objetivos como desejas, é para mim um dos melhores benefícios de ser freelancer mas como, se costuma dizer, maior a liberdade, maior a responsabilidade.

Lidar com a frustração é difícil

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by Andreia Moita

Desculpem o spoiler, mas aquela visão super glamorosa de se trabalhar por conta própria e usufruir dos prazeres da vida, sem chatices, nem ninguém a quem dar justificações, não existe. É preciso uma constante dedicação e trabalho, muito trabalho árduo e bastante paciência. Tenho consciência que sou muito mais paciente e resiliente, do que há um ano atrás. Tive de enfrentar vários desafios, enquanto pessoa – descobri imenso sobre mim! – e enquanto profissional. Só nos conhecemos bem enquanto profissionais quando, de repente nos sentimos ilhas e temos de fazer com que tudo funcione. Temos de pensar em tudo, desde o mais simples ao mais complexo pormenor, temos de nos colocar no papel de consumidor e pensar como eles, tentando encontrar um fio condutor a sua visão e a nossa. Caraças, é tanta coisa. Vi-me muitas vezes sem saber lidar com frustração de não ter os resultados que queria, de tentar de várias formas e sentir que não era suficiente, de não saber para que lado me virar. Já vos falei aqui da síndrome do impostor, relacionado com este tema. De achar que era uma merda e que o que fazia melhor, era voltar para aquele trabalho das nove às seis, onde não me preocupava com quase nada e onde era profundamente infeliz.

O dinheiro faz falta e podes sentir-te a desesperar

Com a frustração de não ver resultados e com a carteira vazia, as coisas complicam. No mundo de hoje, já não se vive sem dinheiro e senti-me muitas vezes a entrar em desespero, a ter a conta a zeros – literalmente – e a não ter sequer 2€ na carteira. Passava o tempo a fugir dos planos para jantar, das idas ao cinema com os meus amigos. Deixei de sair com muitos deles, por não poder sustentar essas saídas e por ter vergonha de lhes assumir porque. Foi provavelmente uma das maiores provações que tive durante este tempo. Não posso esconder que os meus pais me ajudaram muito, caso contrário não sei o que seria de mim, mas também vos posso dizer que não somos uma família abastada, que os tempos estão muito difíceis e que me sinto mal, sempre que lhes peço dinheiro emprestado. Sentires que não tens autonomia, custa a engolir. Eu e poupanças, são duas palavras que não se sabem conjugar na mesma frase. Ora aí está algo que ainda tenho a aprender. Se possível, tentem preparar uma almofada financeira que vos permita viver em condições razoáveis e humanas durante seis meses, antes de embarcarem nesta aventura incrível.

Pode tornar-se um processo solitário

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by Nia Carvalho

Das coisas que mais me custaram ao início foi trabalhar sozinha. Quem me conhece sabe que sou muito sociável, que preciso de ter o meu núcleo de pessoas e que é nele que recarrego todas as forças para trabalhar. Costumo dizer, que o que faz os projetos são as pessoas. São elas que os fazem andar, que os impulsionem e que os tornam reais e eu sempre senti muita falta de pessoas neste processo. Senti falta de discutir ideias ou simplesmente as mandar para o ar, para as reinterpretar. Senti falta do convívio, da partilha de espaço, de contacto humano. Ainda sinto para dizer a verdade. Acredito que o melhor crescimento se faz acompanhado. E eu prefiro ir longe, do que depressa.

Pedir ajuda é essencial

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by Nia Carvalho

No meio da frustração, do desespero e da solidão, é normal que venha o auto boicote. Sou super especialista nessa área e passei por várias fases durante este ano, em que me massacrei profundamente por não ser boa suficiente, que me atolei de dúvidas sobre a minha capacidade em fazer acontecer e em que quis desistir. Vááááárias vezes! Sentia que precisava de um feedback, de alguém que me orientasse, que me fosse dando dicas do género “frio, frio, morno, mais quente..”, de alguém que me dissesse que eu era capaz ou que me dissesse que não era por ali. O processo é solitário sim, mas devemos sempre pedir ajuda – não há vergonha nenhuma disso! Seja a pessoas da tua área, seja a antigos professores ou referências para ti, a pessoas mais experientes ou amigos que mesmo que não tenham o mesmo background, te fazem ver as coisas da outra perspetiva. Às vezes a única coisa que precisas é de olhar para o problema do lado de fora, sem seres o Sol que gira à volta do teu trabalho, como freelancer.

Vais descobrir muitas coisas sobre ti

Oh se vais! Basicamente tem sido uma viagem de autodescoberta intensamente louca. Já não sou a mesma Margarida que saía com a caixa de cartão nas mãos naquele dia (há um ano atrás) aliás, já não sou a mesma Margarida de há dois meses sequer. Isto porque todos os dias te trazem novos desafios, novas formas de pensar. Um dia vais por ali e no outro percebes que, afinal o melhor é seguir por outro caminho. Estás sempre a pôr-te à prova e a conheceres-te mais um bocadinho. Comecei o inicio do ano passado a trabalhar em marketing digital e fui percebendo durante este tempo, que o que me dava mais gozo era criar conteúdo, escrever e fotografar. Isso trouxe-me até onde estou hoje, a apostar cada vez mais neste blog e na fotografia de retrato – que me tem dado muito, mas muito prazer.

No fim, vale a pena!

É verdade! Lá em cima dizia que era uma aventura incrível e apesar de todos os pontos atrás parecerem meio que pessimistas, na realidade são apenas um lado dos factos. Todos os dias são uma incógnita e uma adrenalina imensa. É como andar de olhos vendados e não deixar de acreditar. Ser freelancer é ter espécie de confiança cega em ti e no universo. É acreditar que no fim, tudo vai dar certo! E sim, tem valido muito a pena passar por todas estas aprendizagens. Fazer todo este caminho pessoal e profissional. E enquanto assim for, continuarei a ser freelancer.

♥ | Vamos partilhar experiências?
Contem-me as vossas aprendizagens, medos, inseguranças e histórias em relação a este tema.
Podem também sugerir algumas perguntas ou assuntos dentro deste tema, que gostassem de ler aqui no blog.

18 comments

  1. Acabei de descobrir o teu blog por causa deste post que deu-me tanta inspiração. Desde que o meu pequeno nasceu deixei de trabalhar para ser mãe a tempo inteiro e com isso descobri finalmente uma coisa que sempre adorei: a fotografia tal e qual como tu. Ainda estou muito no inicio, ainda estou a tentar arranjar pessoas para fazer o meu portfólio. Sei que mais tarde ou mais cedo irei conseguir porque é um sonho que tenho desde dos 10 anos e tenho pena de só ter começado a investir tempo e dedicação nestes últimos dois anos.
    Muito obrigada por este post! Fizeste-me abrir os olhos e acreditar em mim

    Beijinho

    1. Olá Daniela,
      Não imaginas o peso que têm as tuas palavras, o quanto me inspiram e me dão motivação para continuar e partilhar a minha experiência. Deixa-me muito feliz saber, que o universo te deu algo tão divino como um filho e também uma oportunidade de poderes tornar um sonho realidade. Só te posso incentivar a fazê-lo e a lutares e trabalhares muito para o realizar. Se puder ajudar-te em alguma coisa, estou super disponível. <3
      Muita força para esses projetos de vida!
      Um grande beijinho

  2. Excelentes aprendizagens, concordo contigo! Para mim, o pedir ajuda é uma das coisas mais importantes. Tipicamente, tenho a mania que consigo fazer tudo sozinho (e consigo), mas por vezes dificultamos as nossas vidas sem necessidade. O auto-conhecimento é, sem dúvida, uma das maiores dádivas deste processo. Eu acredito que só embarca nesta aventura do empreendedorismo/trabalho independente quem já tem uma boa dose de auto-conhecimento, mas pelo caminho vais ganhando ainda mais 🙂
    Um beijinho, adorei ler este artigo <3

    1. Obrigada querida Filipa!
      Ganhamos imenso enquanto pessoas, é o que eu sinto. E também faz parte do processo aprender a pedir ajuda. Tenho a certeza que ainda temos muito para mostrar.
      Um grande, grande beijinho!

  3. Concordo contigo em quase tudo. Como já blogava no quarto a altas horas da noite (e primeiras da manhã) essa barreira mental entre trabalho/descanso não existia.
    De resto o pior é ficar um mês à espera de resposta de um cliente que ia garantir o ano todo, ouvir um “agora não dá” e ter de recomeçar a procurar.
    Força!

    1. Ser freelancer não é nada fácil e esse episódio espelha em muito o que se passa no dia-a-dia. Mas também passa por saber aceitar que algumas coisas, simplesmente não vão acontecer por alguma razão. No meu caso, passou um ano, e só agora, começo aos poucos – muito lentamente – a começar a ver algum retorno. É preciso ter paciência, lá está, e acreditar que mais dia menos dia, vai dar certo!
      Obrigada e força!

  4. Olá Margarida, primeiro tenho que te dizer o quanto te agradeço por este post. Sabes aquele sentimento de ‘afinal não estou sozinha’, foi o que tive enquanto li este teu texto.
    Acabei de descobrir o teu blog, pois partilhaste esta publicação numa página do Facebook, e fiquei curiosa. Pois acabamos por estar no mesmo barco.
    O meu filho nasceu há 3 anos, e eu ainda estudava e trabalhava e era mãe. 24H não eram suficientes para tanta coisa. Até que no ano passado acabei a faculdade e fiz uma “pausa espiritual”. Acabei por descobrir tanta coisa, relembrei coisas que gostava.
    É complicado? É. Mas é libertador poder dar a minha máxima atenção a coisas que eu não dava há anos e poder estar em casa com o meu pequeno e vê-lo crescer. E finalmente fazer coisas que realmente gosto de fazer!

    Obrigada por esta partilha.
    Um beijinho,

    1. Olá Carina, que bom, que bom, ler as tuas palavras. Deixa-me de coração cheio, saber que também não estou sozinha e que passamos todas um pouco pelo mesmo! Faço muita força para que consigas por em prática todos os teus sonhos e tornes a tua vida, mais alinhada com aquilo que são as tuas motivação e desejos.
      Continua esse caminho!
      Muito grata!
      Beijinhos

  5. Tive a sorte de te conhecer precisamente nesta altura crucial da tua vida é só te posso dizer que és um orgulho para mim, primeiro porque não desistes, não baixas os braços, foste atrás e corres atrás do que te faz feliz e isso não é para todos, segundo porque estou a ver-te a renascer das cinzas, em todos os sentidos e se há um ano foste uma inspiração para mim e foi isso que me fez mandar-te uma mensagem no instagram ( stalker), agora penso “ ainda bem que o fiz” e terceiro porque sei com toda a certeza que terás o reconhecimento merecido e que com essa persistência vais conseguir alcançar a plenitude. É um prazer imenso estar deste lado a ler estes artigos tão teus, tão tu ❤️

    1. Se há pessoa que me dá força para continuar e investir nesta “loucura”. A tua motivação e assertividade, a tua forma de comunicar tão clara e apaixonada, impele-me sempre a ser mais e melhor. Não tenho como te agradecer, só fazendo todos os dias o melhor por ti e dando-te toda a minha amizade e apoio para te tornares tudo aquilo que podes ser. Gosto muito de ti minha stalker preferida, ainda bem que o és. Mudaste a vida às duas.
      Adoro-te princesa <3

  6. “De achar que era uma merda e que o que fazia melhor, era voltar para aquele trabalho das nove às seis, onde não me preocupava com quase nada e onde era profundamente infeliz.” Essa frase disse-me muito! Estou exatamente nesta situação e quase no desemprego, mas sabes que penso que como fiz um pé de meia este ano em que trabalhei agora se não conseguir arranjar emprego vou mesmo atirar-me à carreira de freelancer!

    Obrigada pelo teu post, estava mesmo a precisar disto neste momento! :’)

    Beijinhos, Brenda

    1. Olá Brenda, parabéns pelo teu blog!
      Desejo-te toda a sorte do mundo para essa aventura, é mesmo aí, que nos encontramos a nós próprios.
      Não desistas e obrigada pelo teu carinho.
      Tudo de bom!
      Beijihos

  7. Que experiência incrível!
    É preciso ter-se coragem para embarcar numa aventura destas, sem um bem essencial, como é o dinheiro na nossa Sociedade.
    Vejo-o quase como impossível fazer isso! 🙂
    E digo “quase” porque demonstraste neste post que é possível!

    Boa sorte! 🙂

    1. Muito obrigada pelas palavras, Nuno!
      Não é impossível, mas é um processo difícil.
      Na altura, senti que não tinha outra saída e segui o meu coração.
      Estou contente por isso, mas nem tudo são rosas.
      Mas como em tudo, há coisas boas e outras menos boas!
      É continuar!

      Obrigada!!

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Segue-me

  • Tenho saudades de levantar voo. Do friozinho na barriga quando sentes aquele ímpeto em direcção ao céu.
Pertenco a todos os lugares onde nunca fui e me esperam. E a todos aqueles onde deixei um pouco de mim.

Para onde vou agora?
// postcard from Geneve, 2015.
  • Não é o #10yearschallenge mas a diferença é de apenas um ano.

Em agosto de 2010, rumei a Cabo Verde com o grupo de escuteiros em que me incluía.
Já nesta altura a máquina fotografica me acompanhava.

Comecei a tomar mais gosto e a desejar ter esta princesa, quando o Rui, meu colega de grupo, começou a levar a dele para os acampamentos e atividades. Os meus olhos brilhavam sempre que pegava na máquina fotográfica dele e desatava a disparar cliques aqui e ali. Ainda sem grande noção do que fazia, sem grande intenção, mas extremamente apaixonada.

Depois de Cabo Verde, andamos por Londres, Barcelona, Antuérpia, Bruxelas, Paris, Genebra e tantas outras cidades do País, sempre juntas.

Tenho a minha 77D há menos de um ano. Fizemos a primeira viagem até Madrid e já só sonho com novas aventuras por aí fora.
Se há coisa que gostava, era de viajar pelo mundo para o fotografar.

Também tens um sonho, daqueles incríveis? 📸 @ruipperes
  • "Gostaria de crer que isto é uma história que estou a contar. Preciso de crê-lo. Tenho de crê-lo. Aquelas que conseguem acreditar que semelhantes histórias são apenas histórias, têm melhores possibilidades.
Se é uma história que estou a contar, então posso controlar o fim. Então haverá um fim, para a história, e a vida real virá depois. Posso retomar o fio onde me interrompi."
.
📚 // ainda não cheguei a meio desta história e ja me embrulhou o estômago várias vezes.
.
Assusta-me pensar que, talvez não tenha sido há tanto tempo assim uma realidade semelhante ou que, a distância futura não me pareça tão descabida.
.
É aterrozizador pensar nisto, mas quando olho o mundo a cru vejo a loucura insana e o desrespeito constante pelo outro.
. 
É uma história perturbadora mas é também um agitador de águas. Que tenhamos a lucidez necessária para reconhecer todos os sinais!
.
➸ para janeiro em #umaduziadelivros: Crónica de Uma Serva, de Margaret Atwood
  • Mais 365 novos dias para fazermos o que nos faz feliz.

Estou a aproveitar esta semana para preparar o ano, que não consegui deixar tudo pontinho antes do final do ano. É mesmo assim, fazer e refazer. 🙈

Estou a aproveitar as dicas que a @filipammaia deixou num dos seus videos do YouTube e a construir - passito a passito 💃 - o planeamento para os próximos 6 meses. Dá tantooooo jeito, mesmo para quem não tem um negócio, é interessante pensar naquelas questões todas ⇛ Ide lá ver 🙌🏼 // Quem reparou que temos um visual diferente por aqui?
É verdade, este refresh vem acompanhar o blog que também tem cara lavada, para ver já amanhã! 🤗

Aos inícios! 🥂
#mpestanaphoto
📷 @anapestana_
#tribejldesign
  • ⟴ DIVERSÃO // Foi esta a palavra que escolhi para me acompanhar no ano de 2019.
Se o ano que passou foi muito dedicado ao trabalho e à descoberta de mim mesma neste aspecto, agora é tempo de relaxar um bocadinho e curtir.

Falta-me isso. Falta-me rir até doer a barriga, fazer coisas meio malucas e aproveitar. Não quero muito, não existem muitas resoluções a não ser, divertir-me. Curtir tudo o que vier. Equilibrar o Yin-yang e priorizar ser feliz, seja lá como for.

Que o vosso ano, seja também repleto de diverso.
💃🎉
#mpestanaphoto
#tribejldesign
  • ⟴ DIVERSÃO // Foi esta a palavra que escolhi para me acompanhar no ano de 2019.
Se o ano que passou foi muito dedicado ao trabalho e à descoberta de mim mesma neste aspecto, agora é tempo de relaxar um bocadinho e curtir.

Falta-me isso. Falta-me rir até doer a barriga, fazer coisas meio malucas e aproveitar. Não quero muito, não existem muitas resoluções a não ser, divertir-me. Curtir tudo o que vier. Equilibrar o Yin-yang e priorizar ser feliz, seja lá como for.

Que o vosso ano, seja também repleto de diverso.
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